IV Seminário de Análise Conjuntural

 

Com a eleição de Jair Bolsonaro como novo presidente do país, o mercado reagiu de forma positiva logo após a vitória do candidato do PSL. Há grande expectativa sobre as mudanças que o novo governo pretende implementar e seus impactos sobre a atividade econômica. Será uma árdua tarefa recolocar o país nos trilhos do crescimento, já que muitas medidas impopulares precisam ser tomadas. Só em 2019, na pauta estão a nova regra do salário mínimo, o reajuste dos servidores públicos, a reforma da Previdência, a dívida dos estados, a crise fiscal, o teto dos gastos, a reforma tributária, o subsídio ao diesel, que termina dia 31 de dezembro, só para citar alguns. Uma tarefa hercúlea que vai necessitar do apoio da Câmara e do Senado onde, até o momento, o novo presidente não conta com um número de parlamentares suficientes. 
 
É dentro desse quadro que o IV Seminário de Análise Conjuntural do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getulio Vargas, irá traçar os possíveis cenários econômicos e políticos a partir de 2019, dentro de um contexto de provável melhora da confiança interna e de um cenário externo ainda nebuloso, com o mundo crescendo a taxas mais modestas, e maior distensão entre os Estados Unidos e a China, com impactos negativos sobre os países emergentes.
 
Durante o encontro, voltado para estudantes, economistas, profissionais da área e pessoas interessadas no tema, os pesquisadores do FGV IBRE vão apresentar um panorama sobre o que o próximo presidente irá encontrar, além de projeções dos principais indicadores macroeconômicos. Uma parte do evento será dedicada a uma análise política sobre a nova configuração de forças na Câmara e no Senado, fundamental para a aprovação de reformas.
 
Participam os economistas e pesquisadores do FGV IBRE Armando Castelar Pinheiro, José Júlio Senna, Silvia Matos e Samuel Pessôa, e o cientista político Carlos Pereira, da FGV EBAPE. 
 
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